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Bacia de Santos: Principais Operações | Petrobras

Bacia de Santos

Navio-tanque São Sebastião na operação de off-loading com o navio de produção FPSO Cidade de Angra dos Reis. Campo de Lula, na Bacia de Santos.
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A maior bacia sedimentar offshore do país, com uma área total de mais de 350 mil quilômetros quadrados, estende-se de Cabo Frio (estado do Rio de Janeiro) até Florianópolis (estado de Santa Catarina). É nessa região que está localizado o Polo Pré-Sal da Bacia de Santos, que reúne os maiores campos produtores do país, como Tupi e Búzios. Considerados ativos de classe mundial, os campos do pré-sal combinam grande volume de reservas, alta produtividade e expressivo potencial de geração de valor.

Nossas primeiras atividades na região começaram ainda na década de 1970, mas o conhecimento à época limitava a viabilização da produção. Décadas depois, voltamos a investir na perfuração e produção de poços na Bacia de Santos. E a descoberta de áreas comercias só foi possível porque desenvolvemos tecnologias pioneiras próprias e em parceria que nos auxiliaram a superar desafios em reservatórios do pré-sal, que constitui uma das maiores províncias de petróleo do mundo.

Essas formações, com óleo de excelente qualidade, estão localizadas a cerca de 300 km da costa brasileira, em profundidades totais de aproximadamente 5 mil metros, sendo 2 mil de lâmina d’água, mil metros de sedimentos e outros 2 mil de sal. Um desafio que parecia impossível, mas que virou realidade graças ao conhecimento acumulado do nosso corpo técnico – especializado em águas profundas e ultraprofundas - e das mais modernas inovações concebidas especialmente para operarmos nessa nova fronteira.  

A Bacia de Santos é hoje a maior produtora de petróleo e gás natural do Brasil – com potencial promissor de crescimento pelos próximos anos. As tecnologias desenvolvidas para tornar viável o pré-sal da Bacia de Santos foram reconhecidas internacionalmente com dois prêmios da Offshore Technology Conference (OTC), considerado o Oscar da indústria. O primeiro foi entregue em 2015, pelo conjunto de inovações concebidas para desenvolver o campo de Tupi, e o segundo foi anunciado em 2020, em reconhecimento às tecnologias desenvolvidas para o campo de Búzios.

Primeiro óleo do pré-sal

A produção no pré-sal da Bacia de Santos foi iniciada em 1º de maio de 2009 por meio de um Teste de Longa Duração operado pelo FPSO BW Cidade de São Vicente, no campo de Tupi. A data tornou-se um dos marcos da nossa trajetória em águas profundas e ultraprofundas e de todo o país.

Um ano mais tarde, em 2010, começou a produção comercial no campo de Tupi por meio do FPSO Cidade de Angra dos Reis. Com volume gigantesco de petróleo e gás, Tupi é atualmente o campo com maior produção em águas profundas do mundo

Conheça as plataformas de produção

Plataforma

 Campo

Tipo

UF

FPSO Cidade de Ilhabela

Sapinhoá

Flutuante

SP

FPSO Cidade de Angra dos Reis (FPCAR)

Tupi

Flutuante

RJ

Plataforma de Merluza (PMLZ)

Merluza, Lagosta

Fixa

SP

Plataforma de Mexilhão (PMXL)

Mexilhão

Fixa

SP

FPSO Cidade de Santos (FPCST)

Uruguá

Flutuante

RJ

FPSO Cidade de Paraty Tupi Flutuante RJ
FPSO Cidade de São Paulo Sapinhoá Flutuante SP

FPSO Cidade de Mangaratiba

Tupi

Flutuante

RJ

FPSO Cidade de Itaguaí Tupi Flutuante RJ
FPSO Cidade de Maricá Tupi Flutuante RJ
P-66 Tupi Flutuante RJ
FPSO Cidade de Saquarema Tupi Flutuante RJ
P-67 Tupi Flutuante RJ
P-68 Berbigão Flutuante RJ
P-69 Tupi Flutuante RJ
P-70 Atapu Flutuante RJ
FPSO Pioneiro de Libra Mero Flutuante RJ
P-74 Búzios Flutuante RJ
P-75 Búzios Flutuante RJ
P-76 Búzios Flutuante RJ
P-77 Búzios Flutuante RJ

Primeiro óleo do Pré-sal

A operação no pré-sal da Bacia de Santos começou em 1º de maio de 2009, por meio de um Teste de Longa Duração (TLD) realizado pelo FPSO BW Cidade de São Vicente na área de Tupi.

Esta data é considerada um marco não só para a companhia, mas para todo o País.

Um ano mais tarde, em 28 de outubro de 2010, deu-se início o Sistema de Produção Definitiva do Campo de Tupi, realizado por meio do FPSO Cidade de Angra dos Reis, que está instalado a cerca de 280 quilômetros da costa e em águas com profundidade de 2.200 metros.