Mudanças Climáticas: o nosso amanhã começa hoje
Com muita inovação, estamos criando formas para avançar na descarbonização e na transição energética justa.
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Diante disso, nossa ambição é equilibrar o foco em óleo e gás, essencial para a segurança energética brasileira, com a expansão responsável em energias de baixo carbono e bioprodutos. E fazer isso de maneira justa, promovendo a responsabilidade social e ambiental associada ao nosso negócio, impactando positivamente a sociedade e o meio ambiente. Confira algumas de nossas ações:
Buscamos conciliar o foco em óleo e gás com a diversificação rentável do portfólio em negócios de baixo carbono como o caminho mais eficaz para a transição energética justa.
Nossa meta é reduzir em 30% as emissões absolutas operacionais até 2030, em relação a 2015, e alcançar a neutralidade das emissões líquidas (net zero) até 2050. Ela já considera o aumento de produção esperado para o período e é apoiada por um conjunto de ações sistêmicas a serem implementadas nos próximos anos.
Essa meta engloba 100% dos ativos operados em todos os nossos negócios, incluindo geração de energia, para todos os gases de efeito estufa. É uma contribuição material relevante, de curto e médio prazo, para o enfrentamento à mudança do clima. Acompanhamos também as emissões operacionais somente de nossas atividades de óleo e gás, cujo cálculo das emissões operacionais não inclui as emissões oriundas de nossa atuação no mercado de termeletricidade.
Incluindo a termeletricidade, nossas emissões em 2025 foram 36% menores do que em 2015. Sem a inclusão da termeletricidade, nossas emissões foram 18% menores do que em 2015.
Nosso compromisso é buscar a continuidade na melhoria da eficiência em carbono de nossas atividades de E&P, com a meta de atingir 15 kgCO₂e por barril equivalente de petróleo (boe) até 2030. E já estamos dentro desta meta.
Nossa emissão por barril caiu mais do que a metade desde 2009, sendo de 14,7 kgCO2 e/boe em 2025. No pré-sal, os números foram ainda menores: seus campos de petróleo estão entre os menos intensos em carbono do mundo, com uma média de 10 kgCO2e/boe.
Flaring é o processo de queima do excesso de gás natural em refinarias e plataformas de petróleo, adotado por toda a indústria global para regular a pressão no local e evitar explosões.
Em 2018, divulgamos nosso suporte à iniciativa “Zero Routine Flaring by 2030” do Banco Mundial, que busca eliminar a queima de flare até 2030, sendo o atendimento a seus critérios considerado como um de nossos Compromissos de Sustentabilidade.
Em 2025, a queima de rotina representou apenas 8% do volume total de gás queimado nas operações do segmento de E&P, e todos os nossos novos projetos adotam conceitos de zero flare de rotina, o que reforça a tendência de redução contínua desse percentual nos próximos anos.
Nossas metas de intensidade de carbono dos segmentos abrangem todos os gases de efeito estufa, incluindo o metano. Por o metano ter potencial de aquecimento significativamente elevado no curto prazo, monitoramos esse gás a partir de indicadores específicos.
Assumimos, então, o compromisso de atingir a intensidade de emissões de 0,20 tCH4/mil t hidrocarbonetos até 2030. Ou seja: 0,20 toneladas de metano a cada mil toneladas de hidrocarbonetos.
Nossa meta anterior era reduzir a intensidade de emissões em 62% até 2025, em comparação com o ano de 2015. E ela foi superada: reduzimos as emissões em 65% (0,23 tCH4/mil tHC)!
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