Fertilizante: a energia brasileira que move o campo
Do agronegócio à indústria, nossos fertilizantes alimentam um ciclo de eficiência e segurança em setores-chave da economia nacional.
Ureia, o insumo versátil que o Brasil precisa e que agora nós produzimos
A produção de fertilizantes vem da amônia, um derivado do gás natural. A partir dela é que a Petrobras obtém a ureia, o fertilizante nitrogenado em maior demanda no país, com um consumo atual na ordem de 8 milhões de toneladas por ano.
Enquanto o agronegócio absorve a maior parte da produção de ureia, sua aplicação é versátil também em outros setores da indústria nacional.




Matéria-prima fundamental para fertilizantes (mas pode ser usada diretamente no solo) e outros insumos petroquímicos.
Gasosa (condições normais de temperatura e pressão) e líquida (quando submetida à pressão elevada ou baixa temperatura)
82%
FAFEN-BA, FAFEN-SE e
ANSA-PR
Produto sólido microgranulado
46%
FAFEN-BA, FAFEN-SE e
ANSA-PR
Produto sólido granulado
46%
FAFEN-SE
Produto sólido granulado na cor branca
46%
FAFEN-BA, FAFEN-SE
e ANSA-PR
46%
FAFEN-BA, FAFEN-SE
e ANSA-PR
Produto sólido em grânulo
46%
FAFEN-BA, FAFEN-SE
e ANSA-PR
Solução aquosa incolor com leve odor amoniacal, não inflamável.
32,5%
FAFEN-BA e ANSA-PR

Nossos fertilizantes atendem às especificações técnicas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com base na Lei nº 6.894/1980, que rege a produção e comércio de insumos agrícolas.
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